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O mês do reajuste dos salários (dissídio) é outubro. No entanto, a convenção não foi fechada pois a proposta dos patrões, principalmente em relação aos feriados e ao quebra de caixa não foi aceita pelo Sindicato.
Os patrões propõem o seguinte:
FERIADOS:
- trabalhar em todos os feriados sem exceção, inclusive Natal, 1º do ano e 1º de maio;
- Trocar o trabalho nos feriados por um dia de folga.
O Sindicato é contra o trabalho nos feriados sem o pagamento e também contra a abertura no Natal, 1º do ano e 1º de maio.
Defende que seja garantido o que é pago atualmente: um dia de folga e o vale compras ou que todas as horas trabalhadas sejam pagas com 100%.
QUEBRA DE CAIXA:
- Congelar o valor e pagar somente para os empregados que tem as diferenças descontadas. Na prática, não haveria mais pagamento de quebra de caixa para nenhum empregado.
Segunda, 30 Setembro 2019 21:09

Direção do SEC Floripa toma posse

A direção do Sindicato dos Empregados no Comércio de Florianópolis - SEC Floripa, eleita nos dias 30 e 31 de julho, tomou posse nesta quarta, 25 de setembro. Aprovada por 99% dos votos dos trabalhadores, a nova direção fica a frente da entidade durante os próximos quatro anos.
Ivo Castanheira, diretor da Federação dos Empregados no Comércio de Santa Catarina - FECESC, acompanhou todo o processo eleitoral e empossou os diretores. Castanheira que está sempre presente com a categoria, falou dos desafios para o próximo período. "Enfrentamos um dos momentos mais delicado aos trabalhadores. Tempo de retirada de direitos e ataque as organizações de classe. Mas eu tenho certeza que este sindicato sabe enfrentar este período, pois é formado de um grupo coeso que tem total compromisso com os comerciários de Florianópolis". Castanheira ainda destacou a presença do sindicato no local de trabalho, característica dos diretores do SEC Floripa que estão sempre juntos ouvindo e resolvendo as demandas da categoria.
Lael Nobre, presidente do SEC Floripa destacou os desafios para o próximo período. "Sabemos que encontramos tempos difíceis de retirada de direitos da classe trabalhadora, mas sabemos que podemos contar com esta direção que sempre foi comprometida com os trabalhadores e com todas as entidades sindicais que são nossas parceiras na defesa dos direitos", ressaltou Lael.
A solenidade aconteceu na sede do Sindicato, no centro de Florianópolis e reuniu toda a direção, funcionários do SEC Floripa, lideranças da FECESC, do Sindicato dos Comerciários de São José, de Palhoça e dos Empregados em Edifícios da Grande Florianópolis.
Mais de 43 mil empregos foram perdidos e política econômica vigente não dá perspectiva de retomada do crescimento
Todas as atividades registraram redução na remuneração média dos empregados, com exceção dos serviços prestados às famílias, que mantiveram o patamar de 1,5 salário mínimo no período
A Pesquisa Anual dos Serviços (PAS 2017) aponta que 23.118 empresas do setor de serviços não financeiros fecharam as portas no ano de 2017. O estudo divulgado pelo IBGE na quarta-feira (28) aponta que mais de 43 mil empregos foram perdidos no país.
Naquele ano havia 1,3 milhão de empresas prestadoras de serviços não financeiros, cuja receita operacional líquida atingiu R$ 1,5 trilhão e o valor adicionado bruto foi de R$ 906,5 bilhões. Essas companhias empregavam 12,3 milhões de pessoas. O salário médio, que era de 2,6 salários mínimos em 2008, recuou para 2,2 salários mínimos em 2017.
De acordo com o diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, as empresas, no meio da recessão, encerraram as atividades e isso repercute na quantidade de postos de trabalho, redução salarial e rotatividade. “Essas são as dramáticas consequências da crise para a dinâmica das empresas, do emprego e do salário. Tudo isso é arrochado. A política econômica vigente não dá condições para o país ter uma perspectiva de retomada do crescimento, o que provavelmente continuará afetando o setor de serviços”, afirmou à Rádio Brasil Atual.
Clemente explica como a crise resulta no fechamento das empresas de serviço. “Elas prestam serviços a outras. E como o impacto sobre a indústria foi severo, elas deixaram de fazer essas contratações. Já as que prestam serviços às famílias foram afetadas pela redução de renda dentro de casa e as contratações também deixaram ser feitas”, disse.
Todas as atividades registraram redução na remuneração média dos empregados, com exceção dos serviços prestados às famílias, que mantiveram o patamar de 1,5 salário mínimo no período, a mais baixa entre os segmentos pesquisados. “Tudo isso deprime ainda mais a demanda agregada da economia e o poder de consumo. A crise gera mais crise”, alerta o especialista do Dieese.

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